

No domingo da derrota eu optei por repetir o roteiro de 1994. Saí pra dar um giro de carro, tentando desviar a atenção daquele irritante clima de "Já ganhou" que sempre toma conta da mídia e dos torcedores que apenas se ligam no Futebol em época de Copa.
Cheguei em casa e não entendi nada quando disseram que Edmundo ocuparia a vaga de Ronaldo que havia passado mal.
Observar de fora um caso dessa monta, não favorece a opiniões equilibradas.Malharam Zagallo, citaram a famosa treta com a Nike e outras empolgantes teorias conspiratórias.
Em minha opinião acho que aconteceu que o Ronaldo teve um ataque epilético fruto do excesso de remédios para as dores no joelho. O problema é que a pouca transparência da CBF favoreceu o clima consapiratório.
Acho que o Zagallo acertou em lançar o Boi. Edmundo vai pra história como um "quase" craque. Esteve presente em muitos momentos importantes e sempre vacilou.

Minha chefe teimou, gritou, esperneou e conseguiu. Levou o mico para a capa. Eu não teimei. Apenas salvei minhas páginas internas.
Lembro com simpatia. Apenas isso.
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